No Hospital de Base, as fiscalizações ocorreram na enfermaria do Centro Obstétrico e no Berçário, onde foram identificadas falhas críticas.
A ausência da escala de plantão e o número insuficiente de profissionais comprometem a organização dos serviços e a resposta às demandas dos pacientes.
A infraestrutura também preocupa: há infiltrações, rachaduras e improvisações, além de falhas em equipamentos essenciais.
A falta de insumos básicos, como luvas e seringas, compromete o cuidado com os pacientes e dificulta o trabalho dos profissionais de saúde.
A fisioterapeuta Ana Clécia reforçou a importância da fiscalização.
“Concordo com a fiscalização do TCE-RO para que mantenha tudo em ordem”, comentou.
Outro ponto crítico é a sobrecarga de atendimentos, causada pelo encaminhamento excessivo de pacientes de outras regiões. Isso pressiona a estrutura do hospital e mantém os leitos em ocupação máxima, dificultando o fluxo e a qualidade do atendimento.
O paciente Antônio Carlos Bezerra também apoiou a ação realizada pelo TCE.
“Esse trabalho é importante. Com certeza, devem vir outras vezes”, disse.
Fonte: ASCOM/TCE












