Era apenas mais uma viagem em um ônibus da Eucatur, saindo de Ouro Preto do Oeste rumo a Jaru. Para Maria da Penha, de 54 anos, aquela seria uma viagem comum, enquanto seguia estrada, Mas o destino parecia ter outros planos.
Logo no início da viagem, ela percebeu que havia um homem sentado próximo. A conversa começou simples, como acontece entre passageiros que dividem algumas horas de estrada. Aos poucos, o diálogo foi ficando mais longo, mais leve, mais cheio de risadas.
Entre histórias, olhares e aquele clima inesperado que só acontece quando duas pessoas se conectam de verdade, algo especial nasceu ali, no meio da estrada.
O tempo passou rápido demais.
A viagem que parecia longa acabou sendo curta. Maria da Penha desceria em Jaru, enquanto ele continuaria seguindo viagem. No meio da conversa, trocaram telefones, fizeram promessas e até brincaram sobre casamento. Em um momento que ficou marcado, ele chegou a dizer que se casaria com ela.
Quando o ônibus parou, antes de Maria descer, ele ainda fez um gesto simples, mas cheio de significado: desceu também e comprou duas garrafas de água, uma para ele e outra para ela. Ali, tiraram uma foto juntos — a única lembrança concreta daquele encontro.
Mas, como às vezes acontece nas histórias que parecem obra do destino, algo deu errado. O telefone com o contato dele acabou se perdendo antes que ela pudesse adicioná-lo de verdade.
E assim, o homem que Maria passou a chamar de “seu príncipe encantado” seguiu viagem, desaparecendo estrada afora.
Hoje, Maria da Penha guarda a lembrança daquele encontro e a esperança de reencontrá-lo. Ela diz que, se descobrir que ele não é comprometido, quer revê-lo, conversar novamente e, quem sabe, cumprir a promessa feita dentro do ônibus: a de um casamento que começou como uma brincadeira, mas que ficou guardado no coração.
Ela acredita que o amor pode surgir nos lugares mais inesperados — até mesmo em um ônibus, entre uma cidade e outra.
E agora faz um pedido simples:
se alguém reconhecer esse homem ou lembrar daquela viagem, ajude a aproximar novamente duas pessoas que talvez tenham vivido ali o começo de uma grande história. Quem tiver informação do príncipe encantado entregar em contato no fone 69 99256 3747

fonte: jaruonline













