• Latest
Defesas dos cinco réus do caso Marielle Franco e Anderson Gomes concluem sustentações orais

Defesas dos cinco réus do caso Marielle Franco e Anderson Gomes concluem sustentações orais

25 de fevereiro de 2026
Prefeitura divulga cronograma para consulta aos locais de prova do concurso da Semec e CGM

Prefeitura divulga cronograma para consulta aos locais de prova do concurso da Semec e CGM

10 de julho de 2026
Mutirão leva cidadania ao campo e ultrapassa 1,2 mil atendimentos na zona rural de Porto Velho

Mutirão leva cidadania ao campo e ultrapassa 1,2 mil atendimentos na zona rural de Porto Velho

10 de julho de 2026
Crea-RO convida profissionais e comunidade para o tradicional Arraiá nesta sexta-feira (10)

Crea-RO convida profissionais e comunidade para o tradicional Arraiá nesta sexta-feira (10)

9 de julho de 2026
Mais de 50 cursos gratuitos: CIEE Saber Virtual é opção para capacitação nas férias de julho

Mais de 50 cursos gratuitos: CIEE Saber Virtual é opção para capacitação nas férias de julho

9 de julho de 2026
AXIA Energia e Defesa Civil realizam simulados comunitários de segurança de barragem na região da Hidrelétrica Samuel

AXIA Energia e Defesa Civil realizam simulados comunitários de segurança de barragem na região da Hidrelétrica Samuel

9 de julho de 2026
Parque dos Tanques será cenário da corrida de rua Santander Night Run, neste sábado, em Porto Velho

Parque dos Tanques será cenário da corrida de rua Santander Night Run, neste sábado, em Porto Velho

9 de julho de 2026
Município de Ji-Paraná é condenado a pagar 15 mil por sequelas a paciente, após injeção em unidade de saúde

Município de Ji-Paraná é condenado a pagar 15 mil por sequelas a paciente, após injeção em unidade de saúde

9 de julho de 2026
Homem é condenado a mais de 21 anos de prisão por feminicídio em Porto Velho

Homem é condenado a mais de 21 anos de prisão por feminicídio em Porto Velho

9 de julho de 2026
PM APREENDE ARMAS E PRENDE DOIS SUSPEITOS DURANTE OPERAÇÃO CONTRA O CRIME ORGANIZADO EM PORTO VELHO

PM APREENDE ARMAS E PRENDE DOIS SUSPEITOS DURANTE OPERAÇÃO CONTRA O CRIME ORGANIZADO EM PORTO VELHO

9 de julho de 2026
PM é condenado por matar colega de farda

PM é condenado por matar colega de farda

9 de julho de 2026
Cristiane Lopes entrega caminhonete para fortalecer a saúde em União Bandeirantes

Cristiane Lopes entrega caminhonete para fortalecer a saúde em União Bandeirantes

7 de julho de 2026
BPTAR PRENDE SUSPEITO DE TRÁFICO DURANTE OPERAÇÃO NACIONAL DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO EM PORTO VELHO

BPTAR PRENDE SUSPEITO DE TRÁFICO DURANTE OPERAÇÃO NACIONAL DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO EM PORTO VELHO

6 de julho de 2026
Rondônia no Ar
  • POLÍCIA
  • ENTRETENIMENTO
  • POLÍTICA
  • GERAL
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • SAÚDE
  • EDUCAÇÃO
  • BIODIVERSIDADE
  • BRASIL
  • DESTAQUE
  • EVENTOS
No Result
View All Result
Rondônia no Ar
No Result
View All Result

Defesas dos cinco réus do caso Marielle Franco e Anderson Gomes concluem sustentações orais

Julgamento prossegue amanhã (25), a partir das 9h, com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes

Rondônia no Ar by Rondônia no Ar
25 de fevereiro de 2026
in Destaque
0
Defesas dos cinco réus do caso Marielle Franco e Anderson Gomes concluem sustentações orais
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu, na tarde desta terça-feira (24), os argumentos apresentados pelas defesas dos cinco réus da Ação Penal (AP) 2434, acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro.

O julgamento será retomado nesta quarta-feira (25), a partir das 9h, com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, seguido pelos demais integrantes do colegiado em ordem crescente de antiguidade no Tribunal. Por último, vota o presidente da Turma. Assim, após o ministro Alexandre de Moraes, votarão o ministro Cristiano Zanin, a ministra Cármen Lúcia e, por fim, o ministro Flávio Dino.

Os réus são Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ); João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, ex-deputado federal, Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar. Eles respondem por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves. O ex-assessor do TCE Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, responde, juntamente com os irmãos Brazão, pelo crime de organização criminosa.

Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro

O advogado Felipe Dalleprane pediu a absolvição de seu cliente sob o argumento de que a estratégia da acusação se baseou apenas em atribuir a Rivaldo a corrupção como motivação para o crime – segundo a PGR, o delegado, na época chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, teria usado o cargo para dificultar as investigações e garantir a impunidade dos mandantes. Segundo o defensor, apesar de afirmar que o policial recebia quantias mensais fixas de milicianos e contraventores, a PGR não demonstrou qual valor, por quem e como teriam sido pagas essas propinas. Ele complementou que a sindicância feita pela Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro não encontrou indícios de incompatibilidade entre o patrimônio de Rivaldo e as fontes de renda informadas por ele e concluiu que não havia sinais de enriquecimento ilícito.

O advogado Marcelo Ferreira de Souza negou que a nomeação de Rivaldo para o comando da Polícia Civil tenha sido influenciada pelos irmãos Brazão e afirmou que não há, nos autos, nenhum registro de conversas entre eles.

Chiquinho Brazão, ex-deputado federal

Em nome de João Francisco Brazão, conhecido como Chiquinho Brazão, Cléber Lopes de Oliveira sustentou que não há provas de que seu cliente teria sido o mandante dos crimes, como afirmado por Ronnie Lessa, condenado como autor dos disparos que mataram Marielle e Anderson. Segundo ele, a delação premiada de Lessa é mentirosa, inconsistente e não teria sido confirmada por provas, visando apenas obter benefícios, como a redução da pena.

Oliveira também negou o envolvimento de Chiquinho com milícias. De acordo com ele, o fato de o ex-parlamentar ter tido votos em Rio das Pedras, área controlada por milícias, decorre de uma peculiaridade regional, já que candidatos de outros espectros políticos também foram votados na localidade.

A defesa também sustentou que não havia conflito entre Chiquinho Brazão e Marielle em relação a projetos de lei em discussão na Câmara de Vereadores, mas apenas divergências comuns no parlamento. Segundo o advogado, ambos trabalharam em conjunto para evitar a verticalização de Rio das Pedras. Em relação ao delito de integrar organização criminosa, sustentou que a acusação é incabível, pois apenas três pessoas foram acusadas desse crime e, de acordo com a legislação penal, é necessária a participação de no mínimo quatro.

Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar

Segundo o advogado Igor Carvalho, não há fatos que vinculem Ronald Alves aos demais acusados. Ele explicou que Ronald era “inimigo declarado” do miliciano Ronnie Lessa, que confessou o assassinato de Marielle. Para o defensor, não faria sentido que ambos tivessem atuado juntos no crime.

O advogado declarou ainda que Lessa “tinha medo” da coalizão da qual Ronald fazia parte. Esse contexto, sustentou, afastaria a hipótese de colaboração entre os dois réus na execução da parlamentar. Apontou também que os indícios de que Ronald teria monitorado Marielle são frágeis.

Para Carvalho, a denúncia da PGR apresenta conclusões vagas e imprecisas sobre a atuação de Ronald, e o processo pode levar à condenação de seu cliente com base em “simples ilações”.

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ)

A defesa de Domingos Brazão sustentou que a PGR não indicou nenhuma área que os irmãos Brazão tenham invadido, loteado ou explorado com lucro, o que afastaria a motivação do crime ligada a supostos interesses fundiários contrariados pela atuação de Marielle Franco.

Segundo os advogados Roberto Brzezinski Neto e Márcio Martagão Gesteira Palma, os imóveis de Domingos com indícios de grilagem, mencionados na acusação, seriam aquisições documentadas, sem provas concretas que sustentem o vínculo econômico entre ele e o assassinato da ex-vereadora.

Ainda de acordo com a defesa, os autos do processo demonstram que Ronnie Lessa pesquisou dados cadastrais de diversas outras autoridades e parlamentares sem relação com a hipótese da acusação, o que indicaria que Marielle não era um alvo previamente definido. Para a equipe jurídica, esse contexto enfraquece a tese de crime encomendado e evidencia que a acusação se apoia principalmente em depoimentos controversos, sem corroboração externa suficiente para sustentar uma condenação.

Robson Calixto Fonseca, ex-assessor do TCE 

O advogado Gabriel Habib sustentou que a denúncia contra Robson Calixto Fonseca é nula, pois teria sido recebida com base exclusivamente na colaboração premiada de Ronnie Lessa. Segundo ele, Robson não foi investigado nem mencionado no inquérito que apurou o homicídio de Marielle Franco, e a própria PGR teria reconhecido a ausência de elementos de corroboração em relação a ele. Para a defesa, não havia, no momento do recebimento da denúncia, nenhuma prova autônoma que justificasse a inclusão de Robson na ação penal.

O defensor também alegou que o crime de organização criminosa exige a participação de ao menos quatro pessoas, enquanto a acusação apontou apenas três. Afirmou, ainda, que as acusações de atuação em grilagem e milícia se baseiam em “narrativas” não comprovadas e disse que os imóveis mencionados pela acusação foram objeto de procedimentos formais junto à Prefeitura do Rio de Janeiro ou de contratos regulares de compra e venda.

Por fim, questionou a credibilidade das declarações de Orlando Curicica em seu depoimento como testemunha e sustentou que os depoimentos de autoridades policiais não trouxeram atos investigativos que vinculassem Robson a atividades ilícitas. A defesa ainda apontou incoerência na utilização da delação de Ronnie Lessa, afirmando que a acusação atribuiu valor às suas declarações para incluir Robson no processo, mas desconsiderou trechos em que ele teria negado o envolvimento do ex-assessor do TCE com a milícia.

(Redação//CF)

Leia mais:

24/2/2026 – PGR pede condenação de cinco réus pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

 

fonte: STF

Compartilhe também no:
Rondônia no Ar

Rondônia no Ar

Rondônia no Ar

Todos os direitos reservados. Rondônia no Ar © 2024

Jornalista Responsável Helber Litelto Araujo – DRT 1351 Formação em Direito e Administração Email Comercial: rondonianoar@gmail.com Rua Manoel Laurentino de Souza 2423 bairro Embratel Tel: (69) 998471-7252

  • Editorias
  • Contato
  • Anuncie Aqui
  • Todas Notícias

Siga-nos

No Result
View All Result
  • Editorias
    • Brasil
    • Colunas
    • Destaque
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Eventos
    • Geral
    • Internacional
    • Notícias
    • Educação
    • Polícia
    • Politica
    • Saúde
    • Vídeos
    • Tecnologia
  • Contato
  • Anuncie Aqui
  • Todas Notícias

Todos os direitos reservados. Rondônia no Ar © 2024

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist