• Latest
Julgamento sobre constrangimento da vítima em audiência de processo será retomado nesta quinta-feira (18)

Julgamento sobre constrangimento da vítima em audiência de processo será retomado nesta quinta-feira (18)

17 de junho de 2026
O Ministério do Planejamento e Orçamento autorizou nesta quarta-feira (27) a liberação de crédito suplementar de R$ 5,166 bilhões nos orçamentos fiscal e da Seguridade Social para reforçar despesas de diversos órgãos do Executivo. De acordo com a Portaria nº 485/2026, os recursos serão remanejados por meio da anulação de dotações orçamentárias já existentes. A maior parcela do crédito, de R$ 4,726 bilhões, será destinada ao Fundo Nacional de Assistência Social para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) por invalidez. O valor representa cerca de 90% do montante total autorizado. Os maiores destinatários do crédito suplementar são: benefício de Prestação Continuada (BPC) e RMV por invalidez: R$ 4,7 bilhões; assistência farmacêutica do SUS: R$ 387,6 milhões; preservação e acesso ao patrimônio cultural da saúde: R$ 653,3 mil; ensino profissional marítimo militar: R$ 27,4 milhões; projetos de desenvolvimento sustentável local integrado: R$ 10,6 milhões; administração do Ministério da Agricultura: R$ 10,9 milhões; auxílio-moradia de agentes públicos do Ministério da Justiça: R$ 463 mil; sentenças judiciais da Nuclebras Equipamentos Pesados (Nuclep): R$ 2,3 milhões. Saúde O valor destinado ao Fundo Nacional de Saúde serão usados na assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos servirão tanto para aquisição e distribuição de medicamentos da atenção básica quanto para o fornecimento de medicamentos de componente especializado em diversos estados. Entre as unidades da Federação que receberão os maiores reforços estão: São Paulo, com R$ 66 milhões;  Paraná, com R$ 56,9 milhões;  Rio Grande do Sul, com R$ 48,2 milhões;  Minas Gerais, com R$ 30,4 milhões;  Goiás, com R$ 26,4 milhões. Remanejamento de recursos Segundo o texto, a abertura do crédito suplementar será viabilizada por meio da anulação de dotações de diversos órgãos e programas federais. Entre as principais fontes dos recursos estão valores destinados a subvenções econômicas para operações agropecuárias, transferências do setor energético, despesas de pessoal de diferentes órgãos federais e programas da área de saúde. Também foram canceladas dotações relacionadas a aposentadorias e pensões civis da União em universidades federais, institutos federais de educação e hospitais universitários, além de recursos originalmente destinados a benefícios previdenciários, assistência social, defesa nacional e outras ações governamentais.

O Ministério do Planejamento e Orçamento autorizou nesta quarta-feira (27) a liberação de crédito suplementar de R$ 5,166 bilhões nos orçamentos fiscal e da Seguridade Social para reforçar despesas de diversos órgãos do Executivo. De acordo com a Portaria nº 485/2026, os recursos serão remanejados por meio da anulação de dotações orçamentárias já existentes. A maior parcela do crédito, de R$ 4,726 bilhões, será destinada ao Fundo Nacional de Assistência Social para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) por invalidez. O valor representa cerca de 90% do montante total autorizado. Os maiores destinatários do crédito suplementar são: benefício de Prestação Continuada (BPC) e RMV por invalidez: R$ 4,7 bilhões; assistência farmacêutica do SUS: R$ 387,6 milhões; preservação e acesso ao patrimônio cultural da saúde: R$ 653,3 mil; ensino profissional marítimo militar: R$ 27,4 milhões; projetos de desenvolvimento sustentável local integrado: R$ 10,6 milhões; administração do Ministério da Agricultura: R$ 10,9 milhões; auxílio-moradia de agentes públicos do Ministério da Justiça: R$ 463 mil; sentenças judiciais da Nuclebras Equipamentos Pesados (Nuclep): R$ 2,3 milhões. Saúde O valor destinado ao Fundo Nacional de Saúde serão usados na assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos servirão tanto para aquisição e distribuição de medicamentos da atenção básica quanto para o fornecimento de medicamentos de componente especializado em diversos estados. Entre as unidades da Federação que receberão os maiores reforços estão: São Paulo, com R$ 66 milhões; Paraná, com R$ 56,9 milhões; Rio Grande do Sul, com R$ 48,2 milhões; Minas Gerais, com R$ 30,4 milhões; Goiás, com R$ 26,4 milhões. Remanejamento de recursos Segundo o texto, a abertura do crédito suplementar será viabilizada por meio da anulação de dotações de diversos órgãos e programas federais. Entre as principais fontes dos recursos estão valores destinados a subvenções econômicas para operações agropecuárias, transferências do setor energético, despesas de pessoal de diferentes órgãos federais e programas da área de saúde. Também foram canceladas dotações relacionadas a aposentadorias e pensões civis da União em universidades federais, institutos federais de educação e hospitais universitários, além de recursos originalmente destinados a benefícios previdenciários, assistência social, defesa nacional e outras ações governamentais.

28 de outubro de 2026
Governo libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúde

Governo libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúde

28 de outubro de 2026
Aeronave com Flávio Bolsonaro e família pousa nos Estados Unidos

Aeronave com Flávio Bolsonaro e família pousa nos Estados Unidos

28 de outubro de 2026
Prefeitura instala semáforo para reduzir acidentes na avenida Mamoré com a rua Capão da Canoa

Prefeitura instala semáforo para reduzir acidentes na avenida Mamoré com a rua Capão da Canoa

28 de outubro de 2026
Complexo Poliesportivo Deroche, em Porto Velho, recebe serviços de limpeza

Complexo Poliesportivo Deroche, em Porto Velho, recebe serviços de limpeza

28 de outubro de 2026
Premiação do Programa Avança Rondônia reconhece escolas, estudantes e profissionais da educação no estado

Premiação do Programa Avança Rondônia reconhece escolas, estudantes e profissionais da educação no estado

28 de outubro de 2026
CIEE promove encontro com familiares de aprendizes contratados em Rondônia

CIEE promove encontro com familiares de aprendizes contratados em Rondônia

28 de outubro de 2026
Homem é preso com 65 quilos de maconha na zona rural de Buritis

Homem é preso com 65 quilos de maconha na zona rural de Buritis

28 de outubro de 2026
Ações de crédito rural mobilizam quase R$ 200 milhões em propostas para agricultura familiar em Rondônia

Ações de crédito rural mobilizam quase R$ 200 milhões em propostas para agricultura familiar em Rondônia

28 de outubro de 2026
Créditos gerados por NFS-E podem reduzir valor do IPTU em Porto Velho

Créditos gerados por NFS-E podem reduzir valor do IPTU em Porto Velho

28 de outubro de 2026
Equipes reforçam limpeza no Cemitério Santo Antônio nesta segunda-feira

Equipes reforçam limpeza no Cemitério Santo Antônio nesta segunda-feira

28 de outubro de 2026
Ismael Crispin defende união de forças políticas e apresenta caminhos para o desenvolvimento de Rondônia

Ismael Crispin defende união de forças políticas e apresenta caminhos para o desenvolvimento de Rondônia

28 de outubro de 2026
Rondônia no Ar
  • POLÍCIA
  • ENTRETENIMENTO
  • POLÍTICA
  • GERAL
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • SAÚDE
  • EDUCAÇÃO
  • BIODIVERSIDADE
  • BRASIL
  • DESTAQUE
  • EVENTOS
No Result
View All Result
Rondônia no Ar
No Result
View All Result

Julgamento sobre constrangimento da vítima em audiência de processo será retomado nesta quinta-feira (18)

Rondônia no Ar by Rondônia no Ar
17 de junho de 2026
in Destaque
0
Julgamento sobre constrangimento da vítima em audiência de processo será retomado nesta quinta-feira (18)
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar, nesta quarta-feira (17), um recurso que discute se são válidas as provas produzidas em processos e julgamentos de crimes sexuais em que há violações de direitos fundamentais da vítima, especialmente em relação à dignidade e à honra. A sessão de hoje, foram ouvidas as manifestações das partes e dos interessados admitidos no processo. O julgamento será retomado nesta quinta-feira (18), com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.

Esse é o tema do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1541125, com repercussão geral (Tema 1.451), e a tese a ser fixada no julgamento deverá ser seguida pelas demais instâncias da Justiça.

Caso

A.C.A. foi acusado de ter drogado e estuprado M.B.F., em 2018, em uma boate em Jurerê Internacional (SC), e foi absolvido.

No recurso ao STF, a vítima narra que, na audiência em que prestou seu depoimento, foi alvo de sarcasmo, ironia, ofensas, humilhações e insinuações sexuais “do mais baixo nível” do advogado de defesa do acusado, sem a intervenção do juiz, do promotor de Justiça e do defensor público. Para ela, houve violação do princípio constitucional da dignidade humana. Por isso, pede a anulação da sentença que absolveu o acusado, por entender que seu depoimento na condição de vítima, viciado pelas ofensas, teria servido de suporte para a absolvição.

Ataque perverso

Na sessão de hoje, o advogado de M.B.F., Júlio Cezar Ferreira da Fonseca, sustentou que, na instrução processual, foram exibidas fotografias pessoais e profissionais de sua cliente, apresentadas pela defesa como imagens de conteúdo sexual. Ainda de acordo com o advogado, a vítima também foi alvo de insinuações de que estaria utilizando o caso para obter fama e seguidores nas redes sociais. Em outro momento da audiência, o advogado do acusado afirmou que não gostaria de ter uma filha “daquele nível”.

Para o defensor, essas manifestações não fazem parte de um contexto jurídico leal de defesa e de um contraditório ético. “Estamos diante de um ataque gratuito e perverso contra uma vítima de crime sexual que chegou ao ponto de implorar por respeito”, disse.

Na sustentação, ele citou o entendimento do STF no julgamento da ADPF 1107, que declarou inconstitucional a prática de desqualificar vítimas durante audiências judiciais.

Defesa

Em nome de A.C.A., a advogada Dora Cavalcanti disse que a mudança promovida na legislação pela Lei 14.245/2021 — destinada a proteger vítimas e testemunhas contra constrangimentos durante audiências — é posterior aos fatos discutidos no processo e foi motivada justamente pela repercussão do caso concreto. Por essa razão, argumentou que a norma não pode retroagir para produzir efeitos sobre o julgamento em questão.

A defesa afirmou ainda que o artigo 566 do Código de Processo Penal (CPP) diz que não será declarada a nulidade de ato que não tenha impacto na fundamentação que deu causa à absolvição. Nesse sentido, sustentou que

seu cliente foi absolvido com base na prova pericial técnica (que afastou a alcoolemia e a intoxicação da vítima), nas imagens das câmeras de segurança e nos relatos de testemunhas de acusação e defesa.

Contribuições

Para Carlos Nicodemos, do Conselho Nacional de Direito Humanos (CNDH), a anulação da sentença absolutória não configura violação ou supressão das garantias individuais do acusado no processo penal. Em sua avaliação, deve prevalecer o princípio da dignidade da pessoa humana, um dos pilares fundamentais do sistema de justiça.

Pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), a promotora Silvia Shakian defendeu que a nulidade não deve ser reconhecida nos casos em que, a despeito do vício verificado na instrução, o resultado do processo atender aos interesses da vítima.

O advogado Gustavo Chalfun, do Instituto Brasileiro de Atenção e Proteção Integral a Vítimas, afirmou que o juiz não pode referendar o que aconteceu na audiência. Segundo ele, a dignidade da pessoa humana, a ampla defesa e o devido processo legal devem coexistir de forma harmônica.

A representante da União Brasileira de Mulheres (UBM), Maria Fernanda Fernandes Cunha, afirmou que M. F. é vítima não só de um crime sexual e de uma sociedade machista e misógina, mas do próprio sistema de Justiça, assim como milhares de mulheres do Brasil.

A advogada da União Rebeca Peixoto Almeida Gonzaga ressaltou que a violência praticada no processo atinge a dignidade da mulher, os seus direitos fundamentais, o devido processo legal e o direito à justiça. Como consequência direta, deve se reconhecer que a prova obtida nessas condições é ilícita.

Pelo Instituto Maria da Penha, a advogada Gabriela Cazalli afirmou que nenhuma mulher deveria ser constrangida a escolher entre o exercício do direito fundamental de denunciar uma violência e a preservação da própria dignidade. “A Constituição da República não admite essa escolha trágica”, disse.

Fonte:STF/ (Suélen Pires/AD//CF)

Compartilhe também no:
Rondônia no Ar

Rondônia no Ar

Rondônia no Ar

Todos os direitos reservados. Rondônia no Ar © 2024

Jornalista Responsável Helber Litelto Araujo – DRT 1351 Formação em Direito e Administração Email Comercial: rondonianoar@gmail.com Rua Manoel Laurentino de Souza 2423 bairro Embratel Tel: (69) 998471-7252

  • Editorias
  • Contato
  • Anuncie Aqui
  • Todas Notícias

Siga-nos

No Result
View All Result
  • Editorias
    • Brasil
    • Colunas
    • Destaque
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Eventos
    • Geral
    • Internacional
    • Notícias
    • Educação
    • Polícia
    • Politica
    • Saúde
    • Vídeos
    • Tecnologia
  • Contato
  • Anuncie Aqui
  • Todas Notícias

Todos os direitos reservados. Rondônia no Ar © 2024

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist