As Fiscalizações Permanentes na Saúde realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) trazem avanços e melhorias garantidos para a população e para os profissionais de saúde que atuam nas unidades de Porto Velho.
Foi o que constataram as equipes do TCE, em mais uma rodada de fiscalizações realizadas, neste sábado (19), na UPA da Zona Leste e da Zona Sul Sul, na Policlínica Ana Adelaide e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A ação teve como foco verificar o cumprimento das recomendações feitas nas inspeções anteriores. Também avaliar os serviços prestados à população e as condições de trabalho dos profissionais de saúde.
As equipes técnicas percorreram os setores, conversaram com profissionais e observaram melhorias importantes, sinalizando uma resposta positiva da gestão municipal.
MELHORIAS NA ESTRUTURA E ATENDIMENTOS
Na Policlínica Ana Adelaide, itens básicos como esparadrapo, seringas e fraldas geriátricas, que estavam em falta, foram restabelecidos.
Equipamentos essenciais para exames laboratoriais voltaram a funcionar, garantindo diagnósticos mais rápidos e seguros.
RAIO-X VOLTA A FUNCIONAR NA UPA DA ZONA LESTE
Nas UPAs da Zona Sul e Leste também foram observados avanços. Problemas como ar condicionado quebrado, falta de leitos e ausência de materiais, por exemplo de compressas, foram solucionados.
Na UPA da Zona Leste, o aparelho de raio-X, que na última fiscalização estava parado, já voltou a funcionar e atender a população.
A escala de plantio, antes dessatualizada, agora é visível e organizada. Até as mesmas questões estruturais, como o mau cheiro em áreas críticas, problema verificado na UPA da Zona Sul, foram resolvidas.
Outro ponto importante: foi constatado que o medicamento que estava em falta tem substituto terapêutico. Assim, mesmo com a falta do remédio, o paciente não tem prejuízo no atendimento.
SAMU: AVANÇOS E DESAFIOS PERSISTEM
No Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o TCE obteve que as ausências de profissionais, que na ação anterior eram sem justificativa, foram devidamente registradas nesta nova fiscalização.
Outro ponto positivo: as escalas, que não foram publicadas, agora estão visíveis.
As ambulâncias, que estavam paradas por falta de manutenção, voltaram a funcionar. Insumos como sondas, medicamentos de emergência e equipamentos de suporte respiratório foram repostos.
Apesar dos avanços, ainda há desafios a serem enfrentados: a limpeza noturna das ambulâncias e a sobrecarga das equipes, que continuam sendo monitorados pelo Tribunal.












