Com mais de R$ 5 milhões destinados à área, projeto de lei, articulação com o Incra e cobrança ao Governo Federal, deputada transforma a segurança da terra em uma das principais bandeiras do mandato e amplia a defesa de quem vive e produz no campo.
Quem vive e trabalha na terra sabe, sem documento, muita coisa fica mais difícil. É complexo conseguir crédito, investir na propriedade, ampliar a produção e ter a tranquilidade de saber que aquele pedaço de chão poderá ser deixado para os filhos.
E para mudar essa realidade a deputada federal Cristiane Lopes colocou a regularização fundiária entre as principais bandeiras do seu mandato. Até 2026, foram destinados mais de 5 milhões para ações em Rondônia, ajudando a ampliar trabalhos de georreferenciamento, titulação e atendimento às famílias.
“Regularização fundiária é dignidade. É segurança para quem trabalha e produz. É garantir que o homem e a mulher do campo possam investir, ter acesso ao crédito e construir um futuro para seus filhos”, afirma Cristiane.
Em 2024, apresentou o PL 3.609/2024, que busca transferir para Rondônia terras da União localizadas no estado, aumentando a capacidade do governo estadual de avançar na regularização. A deputada também tem cobrado diretamente os órgãos federais responsáveis pela questão.
Em julho de 2025, durante audiência na Câmara com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a deputada questionou os investimentos destinados à regularização fundiária e cobrou soluções. “Os produtores enfrentam dificuldades para produzir por causa da falta de documentação e de problemas ambientais, aqui a gente não quer discutir por discutir. O que a gente quer é solução”.
Em Porto Velho, Cristiane acompanhou a entrega de 404 títulos de propriedade em 2025. Já em 2026, quase 400 famílias da Gleba Aliança avançaram na regularização com a entrega dos Contratos de Concessão de Uso.
“Para quem esperou anos por um documento, a entrega representa muito mais do que papel, é segurança, tranquilidade e a possibilidade de investir no próprio futuro”, justificou.
Para Cristiane, regularizar a terra e fortalecer o produtor são duas partes da mesma luta, por isso, a pauta também se conecta ao Projeto Terra Fértil, que leva máquinas, tecnologia, assistência técnica e equipamentos para quem produz em Rondônia.
“Não adianta levar máquina para quem produz se ele continua sem segurança sobre a própria terra. Precisamos cuidar das duas pontas, garantir o direito à propriedade e dar condições para produzir.”
No fim, a discussão é simples, quem trabalha, produz e constrói sua vida na terra precisa ter o direito de chamar aquela terra de sua. É essa segurança que Cristiane Lopes diz estar buscando para milhares de famílias de Rondônia.
Porque regularizar uma terra não é apenas entregar um documento. É reconhecer uma história, proteger uma família e garantir futuro para quem produz.
Fonte: assessoria













