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Município com a maior extensão territorial de Rondônia, Porto Velho ainda tem muito potencial para desenvolver na agropecuária, embora tenha sido o setor um dos que mais cresceu nos últimos anos, com o trabalho de apoio executado pela Prefeitura da capital. É o caso da produção de café, cultura que era pouco valorizada, mas que nos últimos anos se expandiu e deve gerar uma produção de cerca de 41 mil sacas, na safra atual. Essa expansão ocorre após a Prefeitura iniciar o Programa de Incentivo à Cafeicultura, implantado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), um sólido projeto de incentivo à cafeicultura, que de 2017 até agora, já distribuiu cerca de 2,3 milhões mudas aos produtores rurais. "Hoje, a nossa capital está em franca expansão na atividade agropecuária. E a cafeicultura tem ocupado um espaço cada vez mais importante na geração de emprego e renda, especialmente nas famílias de pequenos e médios produtores rurais", pontuou o prefeito Hildon Chaves, que tem atuado para fortalecer o setor produtivo do município. Cada produtor recebeu da Semagric 2.220 mudas de café clonal, o que garante o plantio de uma área de um hectare, com a promoção de diversas ações e o suporte técnico sobre os clones de robustas, produção, podas e cuidados com a lavoura cafeeira. "Criamos uma unidade modelo, em União Bandeirantes, em 2017. Ela serviu de base, foi o embrião para as demais. Acompanhamos todo o desenvolvimento da cultura e a área estava aberta à visitação de outros produtores, estimulando o plantio do café clonal e dando o suporte técnico. Desde então, esse trabalho só tem crescido e estamos vendo o resultado, com essa estimativa de 41 mil sacas nessa safra. Ou seja, em seis anos, saímos praticamente do zero para uma produção já bem expressiva", explicou o engenheiro agrônomo da Semagric, Romildo Botelho. "A cultura do café exige muita dedicação. É preciso ter uma boa muda, mas preparar o solo, fazer a adubação correta, tratar a lavoura, irrigar e ter cuidados na poda e na colheita, beneficiamento e armazenamento dos grãos. É um processo longo, que exige muito esforço, mas que dá resultados. Hoje, a saca de café é cotada entre R$ 550 a R$ 650. Uma produção de 41 mil sacas, como a estimada, vai gerar algo em torno de R$ 30 milhões na economia do município. Já é um dado importante e o café não para de se expandir na região", completou o engenheiro agrônomo Luís Tamborim Junior. Romildo e Tamborim atuam no acompanhamento dos produtores desde o começo do projeto. Eles destacam ainda a parceria da Prefeitura com instituições como a Emater e a Embrapa. Eles relatam que antes do projeto, alguns produtores plantavam café, mas de forma autônoma e sem as mudas clonais. "A produção era de 10 sacas por hectare. Hoje, um produtor que faz corretamente todas as etapas, pode atingir mais de 100 sacas por hectare. A média para quem usa as mudas clonais e faz um trato cultural mediano, é de 40 sacas por hectare", acrescentou Tamborim. ESTRADAS E IMPLEMENTOS Um dos desafios é assegurar boas estradas para o escoamento da produção e garantir máquinas e implementos para ajudar na lavoura. A Semagric é a pasta responsável por assegurar a trafegabilidade e também por ampliar o acesso dos produtores familiares à tecnificação. "Por determinação do prefeito Hildon Chaves, estamos priorizando a recuperação e manutenção das estradas rurais, com a meta de garantir esses serviços em 4 mil quilômetros de estradas rurais. O município possui uma malha viária em torno de 7 mil quilômetros. Boas estradas asseguram o escoamento da produção agropecuária, incluindo a cafeicultura", explicou o secretário da Semagric, Carlos Magno. A Prefeitura entregou à Semagric máquinas e implementos que contemplam entidades rurais que atuam com a agricultura familiar, abrangendo também a cafeicultura. "Somando mudas clonais, suporte técnico, boas estradas, máquinas e implementos para facilitar o manejo, a cafeicultura tende a seguir se expandindo em Porto Velho, gerando emprego e renda", observou Magno. PRODUTOR Um dos produtores de café beneficiado com o suporte da Prefeitura é Alex Guilherme, que tem uma pequena propriedade no distrito de Rio Pardo. Há seis anos, ele foi um dos produtores rurais beneficiados com 2.200 mudas de café clonal, entregues pela Prefeitura, além de assistência técnica. Isso impulsionou a sair de um plantio de pouco mais de dois hectares, para cerca de dez alqueires de café, com uma produção estimada para este ano de cerca de 1.600 sacas, com uma média de produção de cerca de 120 sacas por hectare. Texto: Eranildo Costa Luna Foto: Thiago Silva/ Wesley Pontes Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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Prefeitura de Porto Velho fortalece cafeicultura, com distribuição de mudas e suporte aos produtores

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16 de agosto de 2023
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Município com a maior extensão territorial de Rondônia, Porto Velho ainda tem muito potencial para desenvolver na agropecuária, embora tenha sido o setor um dos que mais cresceu nos últimos anos, com o trabalho de apoio executado pela Prefeitura da capital. É o caso da produção de café, cultura que era pouco valorizada, mas que nos últimos anos se expandiu e deve gerar uma produção de cerca de 41 mil sacas, na safra atual. Essa expansão ocorre após a Prefeitura iniciar o Programa de Incentivo à Cafeicultura, implantado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), um sólido projeto de incentivo à cafeicultura, que de 2017 até agora, já distribuiu cerca de 2,3 milhões mudas aos produtores rurais. "Hoje, a nossa capital está em franca expansão na atividade agropecuária. E a cafeicultura tem ocupado um espaço cada vez mais importante na geração de emprego e renda, especialmente nas famílias de pequenos e médios produtores rurais", pontuou o prefeito Hildon Chaves, que tem atuado para fortalecer o setor produtivo do município. Cada produtor recebeu da Semagric 2.220 mudas de café clonal, o que garante o plantio de uma área de um hectare, com a promoção de diversas ações e o suporte técnico sobre os clones de robustas, produção, podas e cuidados com a lavoura cafeeira. "Criamos uma unidade modelo, em União Bandeirantes, em 2017. Ela serviu de base, foi o embrião para as demais. Acompanhamos todo o desenvolvimento da cultura e a área estava aberta à visitação de outros produtores, estimulando o plantio do café clonal e dando o suporte técnico. Desde então, esse trabalho só tem crescido e estamos vendo o resultado, com essa estimativa de 41 mil sacas nessa safra. Ou seja, em seis anos, saímos praticamente do zero para uma produção já bem expressiva", explicou o engenheiro agrônomo da Semagric, Romildo Botelho. "A cultura do café exige muita dedicação. É preciso ter uma boa muda, mas preparar o solo, fazer a adubação correta, tratar a lavoura, irrigar e ter cuidados na poda e na colheita, beneficiamento e armazenamento dos grãos. É um processo longo, que exige muito esforço, mas que dá resultados. Hoje, a saca de café é cotada entre R$ 550 a R$ 650. Uma produção de 41 mil sacas, como a estimada, vai gerar algo em torno de R$ 30 milhões na economia do município. Já é um dado importante e o café não para de se expandir na região", completou o engenheiro agrônomo Luís Tamborim Junior. Romildo e Tamborim atuam no acompanhamento dos produtores desde o começo do projeto. Eles destacam ainda a parceria da Prefeitura com instituições como a Emater e a Embrapa. Eles relatam que antes do projeto, alguns produtores plantavam café, mas de forma autônoma e sem as mudas clonais. "A produção era de 10 sacas por hectare. Hoje, um produtor que faz corretamente todas as etapas, pode atingir mais de 100 sacas por hectare. A média para quem usa as mudas clonais e faz um trato cultural mediano, é de 40 sacas por hectare", acrescentou Tamborim. ESTRADAS E IMPLEMENTOS Um dos desafios é assegurar boas estradas para o escoamento da produção e garantir máquinas e implementos para ajudar na lavoura. A Semagric é a pasta responsável por assegurar a trafegabilidade e também por ampliar o acesso dos produtores familiares à tecnificação. "Por determinação do prefeito Hildon Chaves, estamos priorizando a recuperação e manutenção das estradas rurais, com a meta de garantir esses serviços em 4 mil quilômetros de estradas rurais. O município possui uma malha viária em torno de 7 mil quilômetros. Boas estradas asseguram o escoamento da produção agropecuária, incluindo a cafeicultura", explicou o secretário da Semagric, Carlos Magno. A Prefeitura entregou à Semagric máquinas e implementos que contemplam entidades rurais que atuam com a agricultura familiar, abrangendo também a cafeicultura. "Somando mudas clonais, suporte técnico, boas estradas, máquinas e implementos para facilitar o manejo, a cafeicultura tende a seguir se expandindo em Porto Velho, gerando emprego e renda", observou Magno. PRODUTOR Um dos produtores de café beneficiado com o suporte da Prefeitura é Alex Guilherme, que tem uma pequena propriedade no distrito de Rio Pardo. Há seis anos, ele foi um dos produtores rurais beneficiados com 2.200 mudas de café clonal, entregues pela Prefeitura, além de assistência técnica. Isso impulsionou a sair de um plantio de pouco mais de dois hectares, para cerca de dez alqueires de café, com uma produção estimada para este ano de cerca de 1.600 sacas, com uma média de produção de cerca de 120 sacas por hectare. Texto: Eranildo Costa Luna Foto: Thiago Silva/ Wesley Pontes Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Parcerias do Município com a Emater e a Embrapa tem sido importantes para o crescimento da cultura

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Município com a maior extensão territorial de Rondônia, Porto Velho ainda tem muito potencial para desenvolver na agropecuária, embora tenha sido o setor um dos que mais cresceu nos últimos anos, com o trabalho de apoio executado pela Prefeitura da capital.

É o caso da produção de café, cultura que era pouco valorizada, mas que nos últimos anos se expandiu e deve gerar uma produção de cerca de 41 mil sacas, na safra atual. Essa expansão ocorre após a Prefeitura iniciar o Programa de Incentivo à Cafeicultura, implantado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), um sólido projeto de incentivo à cafeicultura, que de 2017 até agora, já distribuiu cerca de 2,3 milhões mudas aos produtores rurais.

“Hoje, a nossa capital está em franca expansão na atividade agropecuária. E a cafeicultura tem ocupado um espaço cada vez mais importante na geração de emprego e renda, especialmente nas famílias de pequenos e médios produtores rurais”, pontuou o prefeito Hildon Chaves, que tem atuado para fortalecer o setor produtivo do município.

Cada produtor recebeu da Semagric 2.220 mudas de café clonal, o que garante o plantio de uma área de um hectare, com a promoção de diversas ações e o suporte técnico sobre os clones de robustas, produção, podas e cuidados com a lavoura cafeeira.

“Criamos uma unidade modelo, em União Bandeirantes, em 2017. Ela serviu de base, foi o embrião para as demais. Acompanhamos todo o desenvolvimento da cultura e a área estava aberta à visitação de outros produtores, estimulando o plantio do café clonal e dando o suporte técnico. Desde então, esse trabalho só tem crescido e estamos vendo o resultado, com essa estimativa de 41 mil sacas nessa safra. Ou seja, em seis anos, saímos praticamente do zero para uma produção já bem expressiva”, explicou o engenheiro agrônomo da Semagric, Romildo Botelho.

“A cultura do café exige muita dedicação. É preciso ter uma boa muda, mas preparar o solo, fazer a adubação correta, tratar a lavoura, irrigar e ter cuidados na poda e na colheita, beneficiamento e armazenamento dos grãos. É um processo longo, que exige muito esforço, mas que dá resultados. Hoje, a saca de café é cotada entre R$ 550 a R$ 650. Uma produção de 41 mil sacas, como a estimada, vai gerar algo em torno de R$ 30 milhões na economia do município. Já é um dado importante e o café não para de se expandir na região”, completou o engenheiro agrônomo Luís Tamborim Junior.

Romildo e Tamborim atuam no acompanhamento dos produtores desde o começo do projeto. Eles destacam ainda a parceria da Prefeitura com instituições como a Emater e a Embrapa. Eles relatam que antes do projeto, alguns produtores plantavam café, mas de forma autônoma e sem as mudas clonais. “A produção era de 10 sacas por hectare. Hoje, um produtor que faz corretamente todas as etapas, pode atingir mais de 100 sacas por hectare. A média para quem usa as mudas clonais e faz um trato cultural mediano, é de 40 sacas por hectare”, acrescentou Tamborim.

ESTRADAS E IMPLEMENTOS

Um dos desafios é assegurar boas estradas para o escoamento da produção e garantir máquinas e implementos para ajudar na lavoura. A Semagric é a pasta responsável por assegurar a trafegabilidade e também por ampliar o acesso dos produtores familiares à tecnificação.

“Por determinação do prefeito Hildon Chaves, estamos priorizando a recuperação e manutenção das estradas rurais, com a meta de garantir esses serviços em 4 mil quilômetros de estradas rurais. O município possui uma malha viária em torno de 7 mil quilômetros. Boas estradas asseguram o escoamento da produção agropecuária, incluindo a cafeicultura”, explicou o secretário da Semagric, Carlos Magno.

A Prefeitura entregou à Semagric máquinas e implementos que contemplam entidades rurais que atuam com a agricultura familiar, abrangendo também a cafeicultura. “Somando mudas clonais, suporte técnico, boas estradas, máquinas e implementos para facilitar o manejo, a cafeicultura tende a seguir se expandindo em Porto Velho, gerando emprego e renda”, observou Magno.

PRODUTOR

Um dos produtores de café beneficiado com o suporte da Prefeitura é Alex Guilherme, que tem uma pequena propriedade no distrito de Rio Pardo. Há seis anos, ele foi um dos produtores rurais beneficiados com 2.200 mudas de café clonal, entregues pela Prefeitura, além de assistência técnica. Isso impulsionou a sair de um plantio de pouco mais de dois hectares, para cerca de dez alqueires de café, com uma produção estimada para este ano de cerca de 1.600 sacas, com uma média de produção de cerca de 120 sacas por hectare.

 

 

 

 

 

Texto: Eranildo Costa Luna
Foto: Thiago Silva/ Wesley Pontes

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